Eu nem me lembro
Como era antes de você...
...rastros de uma civilização...
...rostos sem razão...
Minha forte inclinação ao desespero
Minha sólida solidão travestida de medo
Eu não sei mais como ser sem você
...restos da minha melhor canção...
...numa melodia sem sentido...
Andar a esmo com o mapa nas mãos
Sempre em busca de mim mesmo
Meu medo de te perder
É quase tudo que eu trago no peito
É meu segredo...é a secreção do meu pior medo
Eu não sei mais
Como caminhar sem você
...estrada em vão...
...estranha sensação...
...de universo finito...
...de que nunca mais serei o mesmo...
Eu não sei nem
O que me trouxe até você
A que se destina o acaso?
Explicação fora...
...da realidade baseada em fatos...
A todo tempo, és o único sentido destes dias tão banais
Uma razão a contento que ainda me permite uma ilusão
A todo tempo, és o motivo de suportar os superfeciais...
Uma fé a contento que ainda me permite duvidar a todo tempo
Do que já nem acreditava mais...
Não vá embora, não me deixa agora
Não me condene ao que foi há tanto tempo atrás
Não vá embora, não me deixa agora
Não me condene ao que já nem lembro mais...
sábado, julho 28, 2007
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