Para quem ainda escuta sinais...
...quando a razão quer tomar conta do tempo...
Para quem despreza jornais...
...e ainda ler poesias em uma rajada de vento...
Para quem ainda acredita
Que não é inevitável uma nova vida
Para quem enxerga jardins em desertas horas
Quem já quis me ver cair, não pode rir agora...
Contra quem prende no silêncio grito
Contra quem tenta unir sentimento e sentido...
Para quem desaprendeu a domar a fera
Para quem não aceita que a quimera já era
Para quem ainda acredita
Que não é inevitável uma saída
Para quem enxerga jardim e desperta as horas
Quem quer me ver cair e não ergue a própria história
Eu estou aqui agora
Sem por a alma para fora eu não existo
Passo em silêncio e batido
Empoeirando o coração e o sentimento...
Não sei passar indiferente
Entre quem ainda canta e quem silenciou
Acho que será assim para sempre
Carne viva e vivo amor...
Para quem ainda crê ler olhos
Diante de quem não enxerga que a gente existe
Para quem ainda crê em sonhos
Longe de quem no pesadelo insiste...
sábado, maio 26, 2007
domingo, maio 20, 2007
Segundo exato
Se eu soubesse ver o segundo exato
Em que foi desencaixado o melhor presente que eu já dei
O momento preciso em que saiu da sintonia o rádio
Em que nossa canção virou pesadelo sem você
Já não posso ouvir o barulho do mar sem segurar tua mão
E apesar do silêncio morto do quarto, faz barulho minha solidão
Como te resgatar...
Se eu soubesse se há poesia, frase ou canção
De tudo que tenho para dá
Você levou e deixou só um corpo no chão
Em que segundo exato tudo terminou
Qual foi a palavra que desfez o que era inteiro
Será que nada foi verdadeiro?
Daqui para frente do que vou cuidar?
Ainda ando vigiando os teus dias
Ainda ando rodando o teu lar...
Eu só aceitei te perder
Porque não tenho mais o mundo
Que você agora precisa para sonhar
Mas estarei aqui, se um dia você quiser voltar...
Em que foi desencaixado o melhor presente que eu já dei
O momento preciso em que saiu da sintonia o rádio
Em que nossa canção virou pesadelo sem você
Já não posso ouvir o barulho do mar sem segurar tua mão
E apesar do silêncio morto do quarto, faz barulho minha solidão
Como te resgatar...
Se eu soubesse se há poesia, frase ou canção
De tudo que tenho para dá
Você levou e deixou só um corpo no chão
Em que segundo exato tudo terminou
Qual foi a palavra que desfez o que era inteiro
Será que nada foi verdadeiro?
Daqui para frente do que vou cuidar?
Ainda ando vigiando os teus dias
Ainda ando rodando o teu lar...
Eu só aceitei te perder
Porque não tenho mais o mundo
Que você agora precisa para sonhar
Mas estarei aqui, se um dia você quiser voltar...
sábado, maio 19, 2007
Primeiro passo
Esbarras numa esquina qualquer com um veneno letal
É fogo cruzado: tua depressão em meio ao carnaval
Anestesiado por uma “nova-inédita” forma de prazer
E quem só quis te ouvir...e quem só quis te comer
Enquanto não chegava nada mais legal...
...para se esquentar à noite, para queima-total?
O que estava oculto na canção
Transborda nos olhos, sem explicação
É teu silêncio...tua condição
Em carne viva, corpo e coração
Esbarras numa esquina qualquer com um sonho real
É o fogo cruzado: entre o amor e o curto-circuito social
Ele disse que viria te ouvir, te daria prazer
Não bateria a porta, amanheceria com você
Enquanto se conquistava o espaço sideral
Em cada passo dentro da noite, dentro do teu local
E o que estava oculto na canção
Transborda nos olhos, sem explicação
É teu silêncio...tua condição
Em carne viva, corpo e coração
É fogo cruzado: tua depressão em meio ao carnaval
Anestesiado por uma “nova-inédita” forma de prazer
E quem só quis te ouvir...e quem só quis te comer
Enquanto não chegava nada mais legal...
...para se esquentar à noite, para queima-total?
O que estava oculto na canção
Transborda nos olhos, sem explicação
É teu silêncio...tua condição
Em carne viva, corpo e coração
Esbarras numa esquina qualquer com um sonho real
É o fogo cruzado: entre o amor e o curto-circuito social
Ele disse que viria te ouvir, te daria prazer
Não bateria a porta, amanheceria com você
Enquanto se conquistava o espaço sideral
Em cada passo dentro da noite, dentro do teu local
E o que estava oculto na canção
Transborda nos olhos, sem explicação
É teu silêncio...tua condição
Em carne viva, corpo e coração
quarta-feira, maio 16, 2007
Mortos ao vivo
Nada mais faz tanto sentido
Religiões e explosões ao vivo...
Do etanol ao individualismo
Tudo anda de prazo vencido
Qual o combustível desta fogueira?
Serão bravatas, bruxas, ou brincadeira?
O fogo queima a noite inteira
E não ilumina a tribo e seus vícios
Quem enxerga reza para cegar
Enquanto o mito é repetido
Em novos rostos do lugar...
E fica só o silêncio
Com medo do aviso: é proibido entrar
Qual é óleo desta máquina?
Serão as lágrimas que passam ao largo?
Quem tem as chaves deste lugar...
Quem detém o tempo, quando é tempo de despertar...
Nada mais nos faz correr risco
Foi calculado e planejado o imprevisível
Timidez ensaiada antes dela chegar
Coração controlado, engrenagens no altar
Quem enxerga sonha por colírio
Enquanto o rito é repetido
Em novas danças no lugar
E fica só o silêncio
Com medo de sair o grito: não dá para agüentar
Seremos mortos ao vivo
No próximo programa popular...
Qual o prazo do próximo prazer?
Qual a validade do que vem nos viciar?
Religiões e explosões ao vivo...
Do etanol ao individualismo
Tudo anda de prazo vencido
Qual o combustível desta fogueira?
Serão bravatas, bruxas, ou brincadeira?
O fogo queima a noite inteira
E não ilumina a tribo e seus vícios
Quem enxerga reza para cegar
Enquanto o mito é repetido
Em novos rostos do lugar...
E fica só o silêncio
Com medo do aviso: é proibido entrar
Qual é óleo desta máquina?
Serão as lágrimas que passam ao largo?
Quem tem as chaves deste lugar...
Quem detém o tempo, quando é tempo de despertar...
Nada mais nos faz correr risco
Foi calculado e planejado o imprevisível
Timidez ensaiada antes dela chegar
Coração controlado, engrenagens no altar
Quem enxerga sonha por colírio
Enquanto o rito é repetido
Em novas danças no lugar
E fica só o silêncio
Com medo de sair o grito: não dá para agüentar
Seremos mortos ao vivo
No próximo programa popular...
Qual o prazo do próximo prazer?
Qual a validade do que vem nos viciar?
terça-feira, maio 15, 2007
Montanhas se movem em silêncio
Pra quê tanto pé atrás?
Por que tanta precaução?
Se não for para sair do canto de que adianta compor a canção?
Pra que serve um quebra-cabeça depois de montado em solidão?
E o que fazer com as peças que sobraram pelo chão?
Em canto, em cada cor, em cada sonho por aí
Eu não entendo os vícios sem prazer de um cotidiano a te seguir
Muito cuidado com o espelho, não há paredes nessa prisão
Não há represa pra o silêncio quando não houver mais barulho aqui
E eu sei das montanhas que se movem em silêncio
Eu sei do amor que puxas com o oxigênio
Quando ninguém mais está te olhando
Quando não há mais câmeras e você pode dormir
Se foi do jeito que se quis, se não te reconheces nesta dor
Feche os olhos, respire fundo...ainda assim é melhor o amor
Que tantas maquiagens e sorrisos de quem nunca se visitou
Eu ando agora por outro mundo
Eu vou sofrer e vou gozar sem medir riscos ou definir cor
Eu estou pintando outro futuro, inquietação que transbordou
E eu sei das montanhas que se movem em silêncio
Ainda é o teu amor que me faz suportar o tempo
Entre tanta gente normal...
E assim não temer mais o escuro
Não ficar sem futuro, quanto o plano falhar
Ainda é o teu amor que me faz suportar em silêncio
E mover montanhas com o tempo
Em meio a tanta gente normal...
E assim não temer o futuro
Quando ficar escuro, quando a luz falhar...
Por que tanta precaução?
Se não for para sair do canto de que adianta compor a canção?
Pra que serve um quebra-cabeça depois de montado em solidão?
E o que fazer com as peças que sobraram pelo chão?
Em canto, em cada cor, em cada sonho por aí
Eu não entendo os vícios sem prazer de um cotidiano a te seguir
Muito cuidado com o espelho, não há paredes nessa prisão
Não há represa pra o silêncio quando não houver mais barulho aqui
E eu sei das montanhas que se movem em silêncio
Eu sei do amor que puxas com o oxigênio
Quando ninguém mais está te olhando
Quando não há mais câmeras e você pode dormir
Se foi do jeito que se quis, se não te reconheces nesta dor
Feche os olhos, respire fundo...ainda assim é melhor o amor
Que tantas maquiagens e sorrisos de quem nunca se visitou
Eu ando agora por outro mundo
Eu vou sofrer e vou gozar sem medir riscos ou definir cor
Eu estou pintando outro futuro, inquietação que transbordou
E eu sei das montanhas que se movem em silêncio
Ainda é o teu amor que me faz suportar o tempo
Entre tanta gente normal...
E assim não temer mais o escuro
Não ficar sem futuro, quanto o plano falhar
Ainda é o teu amor que me faz suportar em silêncio
E mover montanhas com o tempo
Em meio a tanta gente normal...
E assim não temer o futuro
Quando ficar escuro, quando a luz falhar...
Real
O tempo todo é perigo
Mira e miragem dentro do mesmo abrigo
Teu coração às vezes é fogo amigo
Na guerra entre silêncio e ausência de sentido
Talvez seja obrigatório
O sonho contraditório e impreciso
O tempo todo é correr risco
O fim pode ser um novo início
Toda certeza será que é desperdício?
Colher idéias a beira do abismo
Se mudar ninguém sabe o que te esperar
Se ficar é outra história que poderia ser e já era
Tua solidão é um quebra-cabeça
Sempre sobrarão peças pelo vão
Algumas que nunca se encaixaram
Outras que nem preciso são
Foi assim desde o nosso início
Sempre uma distância curta
Entre o inferno e o paraíso...
Foi sempre esse nosso segredo
Vícios sempre prazer e muito medo
Sempre tão difícil de acordar
Qualquer coisa vindo
Qualquer coisa indo
E estava muito bem em nosso conforto secular
Mira e miragem dentro do mesmo abrigo
Teu coração às vezes é fogo amigo
Na guerra entre silêncio e ausência de sentido
Talvez seja obrigatório
O sonho contraditório e impreciso
O tempo todo é correr risco
O fim pode ser um novo início
Toda certeza será que é desperdício?
Colher idéias a beira do abismo
Se mudar ninguém sabe o que te esperar
Se ficar é outra história que poderia ser e já era
Tua solidão é um quebra-cabeça
Sempre sobrarão peças pelo vão
Algumas que nunca se encaixaram
Outras que nem preciso são
Foi assim desde o nosso início
Sempre uma distância curta
Entre o inferno e o paraíso...
Foi sempre esse nosso segredo
Vícios sempre prazer e muito medo
Sempre tão difícil de acordar
Qualquer coisa vindo
Qualquer coisa indo
E estava muito bem em nosso conforto secular
segunda-feira, maio 14, 2007
Balada Antiga
Olhos aguçados...silêncio abafado
Passeamos no escuro, enxergamos passos antecipados
Parece que sabemos de tudo
Mas estamos amarrados ou anestesiados?
Será a morte do Rei ou do Réu
Neste tabuleiro de xadrez mal montado?
Prazeres efêmeros...eternos dias rápidos
Estamos caminhando vazios dentro de metrôs lotados...
A insistência no sonho...o rótulo de mais um otário
O silêncio úmido dos olhos amordaçados
Um outro mundo, atrás da porta do quarto...
Parece futuro, mas é só um museu reinventado
Eu ainda tento te dizer
Que ao amor não é apenas uma balada antiga...
Eu ainda tento ter o que dizer
Enquanto todo mundo já tem suas frases escolhidas
Eu ainda tento não te dizer
Que não dá mais, mesmo ainda tendo saída...
Passeamos no escuro, enxergamos passos antecipados
Parece que sabemos de tudo
Mas estamos amarrados ou anestesiados?
Será a morte do Rei ou do Réu
Neste tabuleiro de xadrez mal montado?
Prazeres efêmeros...eternos dias rápidos
Estamos caminhando vazios dentro de metrôs lotados...
A insistência no sonho...o rótulo de mais um otário
O silêncio úmido dos olhos amordaçados
Um outro mundo, atrás da porta do quarto...
Parece futuro, mas é só um museu reinventado
Eu ainda tento te dizer
Que ao amor não é apenas uma balada antiga...
Eu ainda tento ter o que dizer
Enquanto todo mundo já tem suas frases escolhidas
Eu ainda tento não te dizer
Que não dá mais, mesmo ainda tendo saída...
sábado, maio 12, 2007
O Índice Pluviométrico das Lágrimas
Eu não quero pensar na estrada
Acho que nasci mesmo para caminhar
Sempre tropecei em palavras
Então como dizer...
...que não te conhecia, mas sempre quis te encontrar
Sempre fui deixando as portas abertas para você chegar
Fui matando o tempo, até para não me matar
Com tantos prazeres inúteis, conversas de mesa de bar
Até então não fui feliz
Entre luzes de néon de algum motel
Entre escritos velhos, sangue no papel
Não, eu não fui feliz
Agora só me resta dizer, não posso te deixar escapar...
Quero conhecer esse mundo que eu nunca vi
Longe daqui...perto de qualquer canto que você se encantar
Derrepente o mundo fez sentido para mim
Em meio a tanta gente
Quem disse que comigo, seria diferente?
Estou aprendendo a te amar...a te amar...
Então me desculpe, mas eu vou te achar
Então me desculpe, mas eu vou te achar
Leve algo de mim
Eu não quero pensar na estrada
Nem perder tempo me preocupando com o fim
Nem com o índice pluviométrico das lágrimas
Eu vou tentar é ser feliz
Eu vou me jogar...
Acho que nasci mesmo para caminhar
Sempre tropecei em palavras
Então como dizer...
...que não te conhecia, mas sempre quis te encontrar
Sempre fui deixando as portas abertas para você chegar
Fui matando o tempo, até para não me matar
Com tantos prazeres inúteis, conversas de mesa de bar
Até então não fui feliz
Entre luzes de néon de algum motel
Entre escritos velhos, sangue no papel
Não, eu não fui feliz
Agora só me resta dizer, não posso te deixar escapar...
Quero conhecer esse mundo que eu nunca vi
Longe daqui...perto de qualquer canto que você se encantar
Derrepente o mundo fez sentido para mim
Em meio a tanta gente
Quem disse que comigo, seria diferente?
Estou aprendendo a te amar...a te amar...
Então me desculpe, mas eu vou te achar
Então me desculpe, mas eu vou te achar
Leve algo de mim
Eu não quero pensar na estrada
Nem perder tempo me preocupando com o fim
Nem com o índice pluviométrico das lágrimas
Eu vou tentar é ser feliz
Eu vou me jogar...
sábado, maio 05, 2007
As armas líricas para a ausência da guerra
Você me encontrou
Da forma mais lírica que poderia me acertar
Parecia uma velha canção de amor
Entoada sobre um novo ar
Sem a presença de nuvens
Que eu costumava ver ao caminhar
Não sei aonde vou...mas sei com quem quero estar
Eu vou ser feliz
Ainda que um pobre aprendiz
De toda dor que eu puder beber aqui
Às vezes rezo para não conseguir evitar
A cada tropeço em mi mesmo, eu vou tentar
Aonde estiver você, lá será meu lar...
Já tinha desistido de caminhos diferentes
Já tinha me esquecido como são os olhares inocentes
Diante de um pecado impossível de deixar passar
Se é que é errado...se é que é errado errar...
Eu quero ser feliz
Ainda que um pobre aprendiz
De toda dor que eu puder enxergar em mim
Às vezes rezo para não conseguir evitar
A cada tropeço em mim mesmo, eu vou caminhar
E em qualquer lugar que você estiver...
...eu estarei em uma foto...
...na carteira, na tua lembrança, no teu olhar...
Será lá o meu lar
Da forma mais lírica que poderia me acertar
Parecia uma velha canção de amor
Entoada sobre um novo ar
Sem a presença de nuvens
Que eu costumava ver ao caminhar
Não sei aonde vou...mas sei com quem quero estar
Eu vou ser feliz
Ainda que um pobre aprendiz
De toda dor que eu puder beber aqui
Às vezes rezo para não conseguir evitar
A cada tropeço em mi mesmo, eu vou tentar
Aonde estiver você, lá será meu lar...
Já tinha desistido de caminhos diferentes
Já tinha me esquecido como são os olhares inocentes
Diante de um pecado impossível de deixar passar
Se é que é errado...se é que é errado errar...
Eu quero ser feliz
Ainda que um pobre aprendiz
De toda dor que eu puder enxergar em mim
Às vezes rezo para não conseguir evitar
A cada tropeço em mim mesmo, eu vou caminhar
E em qualquer lugar que você estiver...
...eu estarei em uma foto...
...na carteira, na tua lembrança, no teu olhar...
Será lá o meu lar
sexta-feira, maio 04, 2007
Peças de quebra-cabeça
Às vezes eu só quero saber
Onde as velas me levam
Onde é possível chegar sem querer prever
Sem buscas exatas
Sem fotos ou mapas
Ancorar em meio à tempestade
Só para testar o terreno em meio à liberdade
Às vezes eu só quero saber...
Compor o poema sem pensar nas palavras
Deixar o rio correr para o mar
Sem pensar em certezas
Para que servem as peças
Depois de montado o quebra-cabeça?
É o que eu ando a me perguntar...
Para que servem as peças que ficaram pelo chão
Depois de alçar vôo com meu velho bimotor coração...
Vai demorar, mas eu estou chegando
Vai demorar, mas eu vou chegar
Não sei para onde
Mas sempre parti em busca do que me faz ficar...
Quais as razões? Se é que razões há...
Hoje eu estou chegando, uma possibilidade diferente
Uma cor nova que é só da gente
Paira neste céu que poucos insistem em enxergar
Compor um poema sem pensar no que possa despertar
Sem medir raio de alcance
Sem alças de mirar, ou radar...
Feito para pessoas como você e eu
Feito pela necessidade de narrar...
Vamos de vôo rasante
Que às vezes eu só quero saber o que fazer
Com as peças que irão sobrar...
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