Chegou a tempo
É tiro no escuro, rosto contra ao vento
Estou indo sem presa alguma
Casa nova, os dois pés na rua
Pouca coisa incomoda
De teto, só mesmo a lua
Anima sana in corpore sano...
Agora, este sou eu
Sem as antigas amarras, o mundo é meu
Fora do emprego
Novas portas sem medo
Outra órbita, novos desejos
Sempre tempo de renovar
Não há segredo
Mas ninguém conhece o lado de lá
Anima sana in corpore sano
Agora, este sou eu
Sem as antigas amarras, o mundo é meu
Só resta construir a ponte
Esticar a mão, mesmo sem tocar o horizonte
Sem pressão, pressa, mas paciência
Enquanto houver vida
Não há a última peça do quebra cabeça
...mais paciência, porque não há...
Anima sana in corpore sano
Agora, este sou eu
Sem antigas amarras, o mundo é meu
E começa agora...
...minha nova história...
Um mundo novo
Sem o personagem que não era eu
sábado, setembro 01, 2007
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