
Durante algum tempo em minha vida sempre acreditei - piamente - que as coisas que a ciência não poderia explicar, não possuíam o direito de existir. Uma posição assumidamente niilista que sufocava - por vezes - uma vaga emoção agnóstica que percorria em mim.
Devoto de Nietzsche e – paradoxalmente – um fanático por destruir mitos que nos levam ao fanatismo, abri caminho, por dentro da minha própria vida, numa cruzada insana contra qualquer centelha de fé que pudesse surgir e por a perder a forma racional e pessimista. Foi inútil até aqui...

2 comentários:
Cai aqui. Bueno, vou observar com atenção. O senhor luis vilar é conhecido pela periculisidade.
Valeu Gus...
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