quarta-feira, janeiro 31, 2007

Crise de mercado

Até quando me manter intacto
Entre as mudanças de mercado
Depois do solo da razão
Quem julga o quanto o sapato está apertado?
Até quando agüenta o coração?

Até quando não esquecer a diferença exata
Entre o mundo que a gente esperava
E os dias que vão nos trazendo até aqui
Hoje eu lembrei de quando a gente sonhava
E mal consegui dormir...

Como eles conseguem ser tão frios e exatos
Como eles conseguem descartar e admitir
Que não é possível de outro jeito
Que o foi o mais próximo do perfeito
Que o caminho é por aí...

Aos sonhos que caíram por terra
Aos que desistiram de suas feras
Nenhum conhecimento vai nos salvar
Não será a nova tecnologia
Não serão as velhas utopias
Não adianta colidir prática e teoria
Nenhum conhecimento do mercado vai nos salvar

Sempre vai ter a hora
Em que é preciso cortar gastos
Em que é preciso ir embora
Arrumar a mesa, procurar novo lugar

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