Há limite ainda que sublimado
Não queira roubar nossa luz para o seu banho de sol
Panela de pressão...peso do passado
Foi a gota d’água na ferida que se mantinha em baixo do lençol
Agora estou em carne viva e explícita
Estive calado ao teu lado
Mas nunca servir de isca ao teu anzol...
De ética todo mundo entende
Para compor o discurso todo mundo a quer
Agressão e agrado são os dois lados
De uma faca afiada que cega a fé...
O que você não entende é que ninguém é um cargo
E que o caminho continua exposto até para quem anda a pé
Lamento se teu limite já foi alargado
Pelo dilúvio das delícias acres do poder
Panela de pressão...banquete que não é do meu agrado
Foi o grão que faltava para tudo ficar mais pesado
A ponto de desabar o que nunca teve alicerce nem prazer
Dar ordens todo mundo entende
Para compro o discurso ninguém as quer
O que você ainda não percebe
É que o ciclo se fecha bem embaixo dos teus pés
Sei que meu grito não é maior do que tanto silêncio
Mas indignação ainda é combustível para fé
Adeus aos grilhões do passado
Estou me lançando ao que vier
Adeus ao peso que foi exorcizado
Bem-vindo ao que o futuro trouxer...
Estou indo de corpo e alma
Fique você de corpo e armas para quem quiser...
(Dedicada à jornalista Vanessa Alencar e as mudanças)
sábado, junho 02, 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário