Eu me entrego em tuas mãos
Passos passionais e sem direção
Que seja para qualquer lado
Azul nos olhos, vermelho nas mãos
Dança de cores, casos não pensados...
E cada dia um novo personagem
Cada momento, letra em vertigem e viagem
Que sai de si da sólida solidão de papel
Quem nos compôs assim
Em carne viva e cores expostas ao sol da ilusão
Quem será que te fez em mim
Com as cores douradas do sol, com vermelho nas mãos
Embriaguez sem uma gota de vinho
Paixão por tanta gente ainda que se ande sozinho
Nudez exposta de uma alma tímida no altar
Medo e desejo de amar...
...se foi no tempo certo, se ainda espera maturação...
...nosso coração é um crime passional...
...carregamos vermelho nas mãos...
Por intuito ou intuição
“Sem me importar se neste instante
Sou dominado ou se domino
Vou me sentir como um gigante
Ou nada mais do que um menino”
sexta-feira, junho 01, 2007
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