Por entre prédios, minha ilha de dificuldades
A fúria destes dias nos deixa longe da nossa melhor parte
Então quem vem nos visitar no auge da dor?
Quem virá nos ver, quer observar ou sugar o resto de som
Nossa fortaleza – nem de nós – nos protege mais
Como guardar o que há de melhor em nós?
Como deixar escapar a nossa voz...
Nossa prece – nem de nós – se lembra mais
Rezar por dinheiro, no fim!
E assim esquecemos dos pequenos milagres...
...que descem para nos proteger...
E quem não precisa de um milagre pra agüentar um dia a mais
Que sejam coincidências...sejam ilhas de paz...
E as pequenas coisas nos protegem por qual razão?
Serão milagres? Serão milagres que fazem serão?
A fúria destes dias nos deixa longe da nossa melhor parte
Então quem vem nos visitar no auge da dor?
Quem virá nos ver, quer observar ou sugar o resto de som
Nossa fortaleza – nem de nós – nos protege mais
Como guardar o que há de melhor em nós?
Como deixar escapar a nossa voz...
Nossa prece – nem de nós – se lembra mais
Rezar por dinheiro, no fim!
E assim esquecemos dos pequenos milagres...
...que descem para nos proteger...
E quem não precisa de um milagre pra agüentar um dia a mais
Que sejam coincidências...sejam ilhas de paz...
E as pequenas coisas nos protegem por qual razão?
Serão milagres? Serão milagres que fazem serão?

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