terça-feira, dezembro 19, 2006

Sob águas turvas

É preciso endurecer...sem deixar de crer
Não serão colisões de aviões...nem noites sem fim
Pequenos gestos: focos de luz na última curva
Vamos ao mar ainda que sob águas turvas

Minha nau sem portos...
...meus caminhos a esmo...
Como podem os sonhos estarem mortos...
...se os medos ainda são os mesmos?

E amanhã se não for solução, também não será a última vez
É preciso acreditar...sem perder a lucidez...
Quem vem? Quem virá? (Quem será?)
Algo que nos fará sonhar...flash back em alto mar
...virá como inédito o que a gente nunca deixou de ver...

Minha nau sem portos...
...meus caminhos a esmo...
Como podem os sonhos estarem mortos...
...se os medos ainda são os mesmos?

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