É a gente que precisa de blindagem
Quando furam todos os alarmes
Mãos ao alto, passe os ideias, esperanças e fé
É a gente que comunga com a camuflagem
Quando aceita sem fazer alarde
Por um corpo mais magro, um seio mais farto e quem sabe amor
Quem está dentro? Quem ficou de fora?
O que é fato? O que de fato é história?
Então me digam qual é a senha
Não quero por displicência digitar
Qualquer mundo que por acaso nos venha
Quando furam todos os alarmes
Mãos ao alto, passe os ideias, esperanças e fé
É a gente que comunga com a camuflagem
Quando aceita sem fazer alarde
Por um corpo mais magro, um seio mais farto e quem sabe amor
Quem está dentro? Quem ficou de fora?
O que é fato? O que de fato é história?
Então me digam qual é a senha
Não quero por displicência digitar
Qualquer mundo que por acaso nos venha
É a obsolescência aliada ao desejo de se eternizar

Um comentário:
essa da pra musicar eu acho
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